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IA na advocacia: como usar com supervisão humana e ética OAB

A IA generativa acelera a redação de peças, mas não transfere a responsabilidade profissional. Veja práticas para adotá-la com segurança no escritório.

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A responsabilidade continua sendo do advogado

Ferramentas de IA produzem texto verossímil, o que não significa texto correto. O advogado responde tecnicamente e eticamente pelo que assina. Por isso, o fluxo ideal trata a saída da IA como minuta, que passa por revisão antes de qualquer protocolo.

O Conselho Federal da OAB tem publicado orientações sobre o uso de IA generativa na prática jurídica, e vale acompanhá-las e alinhar a política interna do escritório a elas.

Cinco práticas para reduzir riscos

Como o SmartJuris trata isso

No SmartJuris, toda peça entra em uma fila de validação humana, a exportação é bloqueada para peças não aprovadas e as ações sensíveis ficam registradas em auditoria. Os dados são isolados por escritório.

Perguntas frequentes

Posso protocolar uma peça gerada por IA sem revisar?

Não é recomendável. A peça deve ser revisada e assumida pelo advogado responsável, que confere fatos, fundamentos e citações.

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